MISSÕES CRISTÃO

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1. Deus Ama Você !

A BÍBLIA diz, "Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não vá para o inferno, mas tenha a vida eterna".




2. Se você deseja receber a Cristo, como seu Salvador eu te convido orar comigo agora.
"Senhor Jesus, eu preciso de Ti: obrigado, por morrer na cruz pelos meus pecados, e eu te convido agora a entrar no meu coração e me dar a vida eterna, obrigado Jesus !

A presença de Cristo na Ceia


OS SACRAMENTOS NO BREVE CATECISMO DE WESTMINISTER 

Elaborado no século XVII pela famosa Assembléia de Westminster (Inglaterra), o Breve Catecismo forma, juntamente com o Catecismo Maior e a Confissão de Fé de Westminster, a tríade teológica dos símbolos de fé ou padrões doutrinários das igrejas reformadas e presbiterianas.


Antes de estudarmos a Ceia do Senhor no Breve Catecismo, propriamente dito, faremos um breve histórico acerca da presença de Cristo na Ceia. Esse pano de fundo nos ajudará a compreender, de certa forma, o que o Breve Catecismo diz sobre a Ceia do Senhor. Em espírito de oração, estudemos este assunto na certeza de sermos ensinados por Deus.

A presença de Cristo na Ceia

As palavras de Cristo "isto é o meu corpo, isto é o meu sangue" (Mt 26.26,28; Mc 14.22,24), foram o ponto de divergência entre os reformadores do século XVI quanto à interpretação da presença de Cristo na Ceia, embora eles fossem unânimes em rejeitar o conceito católico romano sobre este assunto.

• O conceito católico romano

Mediante a consagração do pão e do vinho pelo sacerdote, esses elementos transformam-se na substância da carne e sangue de Cristo, respectivamente.
Objeção: A expressão "isto é o meu corpo, isto é o meu sangue" não pode ser tomada literalmente. Visto que Jesus estava diante dos seus discípulos em carne e osso, Ele não podia dizer que eles estavam com o seu corpo e o seu sangue nas mãos, e que deviam comê-lo e bebê-lo, respectivamente, de forma literal. A expressão "isto é o meu corpo, isto é o meu sangue", deve ser interpretada como "representa", "simboliza". Além disso, "É contrário ao senso comum crer que o que parece, cheira e tem gosto de pão e vinho seja, de fato, carne e sangue".[1].

• O conceito luterano

Objeção: Este conceito não melhora muito a doutrina romana. Faz as palavras de Jesus significar "isto acompanha meu corpo", que é uma interpretação muito estranha.

• O conceito zwingliano

Zwínglio, reformador suíço, rejeitou os dois conceitos anteriores da presença física de Cristo na Ceia. Para ele a Ceia do Senhor é tão somente uma lembrança da morte de Cristo, um memorial. Esse conceito é adotado pelas igrejas batistas.

Objeção: A Ceia não está relacionada apenas à obra passada de Cristo, mas também à sua obra atual de Mediador.

O significado da Ceia do Senhor no conceito presbiteriano

"A Ceia do Senhor é o sacramento no qual, dando-se e recebendo-se pão e vinho, conforme a instituição de Cristo, se anuncia a Sua morte; e aqueles que participam dignamente tornam-se, não de uma maneira corporal e carnal, mas pela fé, participantes do seu corpo e do seu sangue, com todas as suas bênçãos para o seu alimento espiritual e crescimento em graça (Resposta 96; cf. 1Co 10.16; 11.23-26; Ef 3.17).

Os presbiterianos não negam o conceito da presença real de Cristo na Ceia. No entanto, entendem que a presença de Cristo não é em substâncias materiais, porém, presença espiritual, conforme afirmava o reformador francês João Calvino. A presença espiritual de Cristo na Ceia é tão real quanto a presença física do pão e do vinho. Pela fé o crente se alimenta do corpo de Cristo, tão real e verdadeiramente, como come do pão e bebe do cálice.

Quando falamos da "presença espiritual" de Cristo na Ceia, devemos entender que o corpo e o sangue de Cristo não estão espiritualmente presentes nos elementos da Ceia, mas sim, "espiritual e realmente presentes à fé dos crentes nessa ordenança, como estão os próprios elementos aos seus sentidos corporais".[2].

A Ceia é um momento de profunda comunhão com o Senhor (1Co 10.16) e um anúncio ao mundo da morte de Cristo, "até que ele venha" (1Co 11.26). A Ceia é uma dádiva de Deus a nós, ou como a expressou Leon Morris, "Na comunhão recebemos a Cristo. Não O apresentamos nem Seu sacrifício ao Pai. Apresentamos, e podemos apresentar, somente a nós mesmos".[3]. É assim que devemos entender a expressão "dando-se e recebendo-se pão e vinho" no Breve Catecismo.

Finalmente, aqueles que participam da Ceia do Senhor são abençoados com verdadeiro alimento espiritual e crescimento na graça.

Exigência para participar dignamente da Ceia do Senhor

"Que se exige para participar dignamente da Ceia do Senhor? Exige-se daqueles que desejam participar dignamente da Ceia do Senhor que se examinem sobre o seu conhecimento em discernir o corpo do Senhor, sobre a sua fé para se alimentarem dele, sobre o seu arrependimento, amor e nova obediência, para não suceder que, vindo indignamente, comam e bebam para si a condenação" (Pergunta e Resposta 97; cf. Rm 6.17,18; 1Co 11.27,31,32).

A Ceia do Senhor é um ato de fé e discernimento, conforme o ensino do Breve Catecismo à luz da Bíblia. A razão pela qual um descrente ou uma criança não possa participar da Ceia do Senhor é porque aquele não tem fé em Cristo e esta não tem discernimento quanto ao corpo e o sangue do Senhor.

Para que o crente participe dignamente da Ceia do Senhor é necessário que ele observe o seguinte: 1) Tenha consciência do valor e importância da Ceia do Senhor (1Co 11.27,29).

Participar com dignidade e discernimento é receber com fé aquele ato solene; 2) Faça um auto-exame de sua pessoa e conduta perante Deus (1Co 11.28). "Antes de tomarmos parte em tal serviço, o mínimo que podemos fazer é um rigoroso auto-exame. Deixar de fazê-lo resultará em comungar 'indignamente' (v27)".[4]. Esse é o momento em que a hipocrisia não tem vez, visto que não se estará julgando os outros, mas cada um a si mesmo, sob os olhares atentos de Deus. É uma ocasião solene de "arrependimento, amor e nova obediência" (Resposta 97); 3) Evite a condenação divina (1Co 11.29-32). Que condenação é essa? Morris diz com muita propriedade: "Paulo não quer dizer que a pessoa que comunga erroneamente incorre na pena eterna, mas cai sob a medida de condenação apropriada a seu ato".[5].

"Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice" (1Co 11.28). Que a nossa participação na Ceia do Senhor promova a glória de Deus.





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O Natal do Noel



O Natal do Noel

Prefácio bíblico:

E, ouvindo isto, um dos que estavam com ele à mesa, disse-lhe: Bem-aventurado o que comer pão no reino de Deus.
Porém, ele lhe disse: Um certo homem fez uma grande ceia, e convidou a muitos.
E à hora da ceia mandou o seu servo dizer aos convidados: Vinde, que já tudo está preparado.
E todos à uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo, e importa ir vê-lo; rogo-te que me hajas por escusado.
E outro disse: Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-los; rogo-te que me hajas por escusado.
E outro disse: Casei, e portanto não posso ir.
E, voltando aquele servo, anunciou estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos.
E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste; e ainda há lugar.
E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha.
Porque eu vos digo que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia. 
Lucas 14:15-24


A rejeição do reino de Cristo

Em todo o período de festas natalinas, não ouvi nem vi nas propagandas, entrevistas e programas televisivos qualquer menção ao nome do Senhor Jesus, cujo suposto nascimento no dia 25 de dezembro é a principal razão das festividades.

Nas reuniões em família, onde há fartura de comida e de bebida embriagante, também não se ouve falar no Salvador. Um paradoxo! Afinal, estão festejando o quê? Qual a razão de tanta alegria? Decorre ou não decorre do nascimento de Jesus há mais de dois mil anos?

As razões dos folguedos são as mais variadas: é dia apropriado para trocar presentes; véspera de mais um feriado nacional; a data é propícia para visitas, rever velhos amigos; para enviar a popularíssima e comercializada mensagem de “Feliz Natal e Próspero Ano Novo”; noite apropriada para saborear um peru recheado.

Se um fiel servo de Cristo aparecesse numa dessas reuniões “cristãs” e desejasse falar um pouco do Jesus bíblico, seu nascimento e ensino, como seria recebido? Convenhamos, não seria bem aceito em muitas casas. Em dez minutos de pregação, o ambiente ficaria carregado. Alguns, furtivamente, se retirariam para um local mais “seguro”, sem se esquecerem de levar o copo e o prato com salgadinhos. A anfitriã, que houvera dado oportunidade ao intruso para uma breve palavra, está agora em palpos de aranha:

- Minha festa vai perder o brilho – pensa com seus botões, enquanto, nervosa, toma um gole de uísque importado. Mas oportunidade é oportunidade. O homem, a consultar de vez em quando a Bíblia, continua impassível falando sobre o nascimento de Jesus:

Não havia lugar – diz ele - na hospedaria para que Maria desse à luz o seu filho primogênito. Passados muitos séculos, não há lugar para Jesus em muitos lares. Há, sim, lugar de destaque para um boneco sorridente, de barbas brancas, vestido com as cores da igreja de satã: preto e vermelho. O deus-boneco, conhecido como Papai Noel, destronou o Senhor Jesus. As crianças são ensinadas a pedir presentes ao seu “papai”, o deus bondoso que a todos atendem, entronizado e instalado na sala principal. Tudo parece girar em torno dele, para ele e com ele.

Nesse ponto, a anfitriã não mais consegue conter as lágrimas. Não por causa de alguma reflexão a respeito de sua miserável condição de pecadora. Está triste porque sua festa poderá ser um fiasco. O que dirão os colunistas sociais? Como é que isso pode acontecer logo comigo, eu que sempre primei pelo bom gosto?

Resoluta, segura o homem pelo braço e, com energia, “convida-o” a retirar-se. Em seguida, dirige-se aos convidados:

- Venham todos. Ele já se foi. Peço desculpas. Esqueçam o que aconteceu. Roda aí um forrozinho quente pra gente balançar o esqueleto! Depois bota aquela musiquinha da eguinha pocotó, pocotó, pocotó. E ela mesma, para dar o exemplo, sai pela sala a balançar seus quadris.

Dada a voz de comando, o clima de alegria voltou a reinar. E a festa se estendeu até alta madrugada.




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VISÃO: ENXERGAR ALÉM DA MAIORIA


VISÃO ENXERGAR ALÉM DA MAIORIA

 A confrontação da mediocridade exige pensamento claro.
as pessoas que enfrentam a mediocridade devem fazê-lo mediante a perspectiva de outro reino, não governado por nós, mas pelo próprio Senhor.
Custa nosso compromisso e revela-se periodicamente em expressões@ extravagantes. 


MUNDO: Inteligência humana, simpatia persuasiva, lógica inteligente e atraente, competição, criatividade e riqueza de recursos, mas tem falta dos ingredientes essenciais que capacitam a pessoas alçar vôo sublime, como o da águia.

- A parte traiçoeira é a maneira como nosso cérebro passa por lavagem pelo sistema, ficando, assim, bloqueado, impedido de atingir seu potencial total.
O resultado final é previsível : ansiedade interna e mediocridade externa.

TRÊS FATOS INDISPUTÁVEIS A RESPEITO DO SISTEMA MUNDANO.

Mateus 6:24-34
- "Ninguém pode...", NÃO andeis...", "Qual de vós poderá"
"Basta a cada dia seu próprio mal..."

- é a diferença entre a maneira como as pessoas vivem natural-mente (cheias de preocupação e ansiedade), e a maneira como o Senhor planejou que vivêssemos (livres de todo aquele excesso de bagagem).
- Decaímos para um modo de vida inferior porque "os gentios é que procuram todas estas coisas" (v.32)

1. VIVEMOS NUM MUNDO HOSTIL, NEGATIVO.

O sistema que nos rodeia focaliza-se nos pontos negativos :
- no que está errado, não no que está certo,
- no que está faltando, não no que está presente,
- no feio, não no bonito (Ex : Dinossauros - "a era o feio"
- no que é destrutivo, não no que é construtivo,
- no que não pode ser feito, não no que pode ser feito,
- no que fere, não no que ajuda,
- no que nos falta, não no que temos.
A maioria das notícias se relaciona em fatos negativos.
É contagioso : Ex : Satanás e Eia

A atitude mental negativa conduz a sentimentos incríveis de ansiedade. O resultado é :medo, ressentimento e ódio.
O sistema mundano opera de modo direto contra a vida que Deus planejou para o seu povo.

2. ESTAMOS ENGOLFADOS PELA MEDIOCRIDADE E CINISMO.

Sem a motivação do entusiasmo e da visão cheia do poder divino, as pessoas tendem para a "média".
- fazendo apenas o suficiente para serem aprovadas.
- a maioria dita as regras, e a excitação é substituída por um dar de ombros.
- NÃO apenas se perde a excelência de vida, mas sempre que ela levanta a cabeça, é considerada uma ameaça.

3. A MAIORIA ESCOLHE NÃO VIVER DE MODO DIFERENTE.

"Vá na onda" e "NÃO faça onda" e "Quem se importa?"
- O cinismo está presente e a coragem está ausente.
A Coragem :
- dá a uma nação seu orgulho
- a um lar seu propósito
- a uma pessoa a vontade de produzir o melhor possível.

"É preciso que alguém saliente que desde os tempos antigos
o declínio da coragem tem sido considerado o começo do fim"
Alexandre Soljenitsin

O QUE É NECESSÁRIO PARA VIVER DE MODO DIFERENTE?

VISÃO:

- A águia possui oito vezes mais células visuais por centímetro cúbico do que o ser humano.
- Voando à altura de 200 metros a águia consegue detectar um objeto do tamanho de uma moedinha, movendo-se na grama de 15 cm de altura.
- A águia pode enxergar um peixe de oito centímetros saltando num lago e oito quilômetros de distância.
- As pessoas que têm a visão de uma águia conseguem enxergar o que a maioria não vê.

DETERMINAÇÃO:

- Capacidade de a pessoa manter-se disciplinada, coerente, forte e diligente a despeito das circunstâncias ou das exigências.
- As águia são férreas na defesa de seu território e de seus filhotes.
- A força de suas garras é fenomenal.
- Podem agarrar e quebras os ossos fortes do braço humano.
- As pessoas semelhantes a águia possuem tenacidade.

PRIORIDADES:

- Escolha das primeiras coisas em primeiro lugar.
- Fazer o essencial na ordem de sua importância, deixando de lado o inci-dental.

PRESTAÇÃO DE CONTAS:

- Dar respostas às perguntas difíceis, estando em intimo contato com algumas pessoas em vez de viver em isolamento, como o lobo solitário.
- Pessoas semelhantes à águia podem ser raras, mas elas possuem uma lealdade incrível quando aderem a uma causa.

DOIS HOMENS CORAJOSOS QUE DISCORDA-RAM DA MAIORIA.

Números 13

1. Houve um exodo.
2. Sob a liderança de Moisés, o povo escolhido de Deus chegou às fron-teiras da Terra Prometida.
3. O novo território lhes pertencia : "Voces terão a terra!"
4. Deus ordenou a Moisés que espiassem a terra.
- Nem uma só vez os espias foram consultados e encorajados a dar sua opinião quanto a se poderiam conquistar Canaã.
- NÃO havia a minima necessidade disto, porque o Senhor já havia prometido a vitória.
- Os espias eram homens famosos entre os israelitas (Nm 13:3-16.)
5. A missão deles era bem clara. Dolorosa e explicitamente clara (17-20)
- Moisés não lhes disse : "E quando regressarem, dêem-nos conselho sobre se devemos ou não invadir a terra." - o povo ouviu o relatório (21-27) : oh!!! ah!!!

RELATÓRIO NEGATIVO

28-29,31 "MAS..."
- Quem havia perguntado?
- Ninguém queria saber se seria capaz de subir ou não.
- Deus tinha prometido que a terra seria deles.
- Só precisavam saber como era a terra.
- Extrapolaram os objetivos de sua missão : (32-33)

- O Negativismo e a visão restritiva são contagiosos : 14:1-2
- Sempre aparece um camarada com idéias criativas : 14:4
- Quando a maioria é deficiente de visão, a miopia espiritual tende a cobrar ônus pesado daqueles que tentam liderar : (v.5)

RELATÓRIO POSITIVO

VISÃO ILIMITADA 13:30, 14:6


- Havendo visão, não há lugar para o medo.

"Mas toda a congregação disse que os apedrejassem" Nm 14:10
É duvidoso que a maioria alguma vez tenha razão" Arnold Toynbee

VISÃO é a habilidade de...
- ver a presença de Deus,
- perceber o poder de Deus,
- focalizar os planos de Deus, apesar dos obstáculos.

O A-B-C-D-E da Visão...

A. ATITUDE

- ser otimista em vez de pessimista.
- positiva em vez de negativa.
- NÃO totalmente positiva como se fora uma fantasia, porque voce conta com a presença de Deus.
- Voce não desiste. Diz: "Senhor, este é o teu momento. É aqui que tu assumes o controle."

B. BASE DE FÉ

- Forte base de fé no poder de Deus.
- confiança nas demais pessoas ao seu redor, engajadas em batalhas semelhantes às suas.
- confiança em Voce mesmo, pela graça de Deus. Recusando-se a cair em tentação, a dar lugar ao cinismo, à duvida. NÃO desanimando.

C. CAPACIDADE

- prontidão para o fortalecimento.
- "Voce precisa esta disposto a ser fortalecido.
- Voce precisa permitir que sua capacidade seja invadida pelo poder de Deus.

D. DETERMINAÇÃO

- Insistir em vez de desistir,
- As circunstancias endurecem e Voce endurece mais duro ainda.
- A visão requer determinação, foco contínuo em Deus, que está observan-do e sorrindo.

E. ENTUSIASMO

- "entheos" (Deus em)
- Capacidade de ver Deus numa dada situação, o que torna o evento excitante.
- É quando nos tornamos convencidos de que Deus, nosso Pai celeste, participa de nossas atividades e as aplaude.
Ilustração : jovem atleta preguiçoso, pai cego morre.



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O “SHOW DO CRISTÃO"


O - “SHOW DO CRISTÃO"

Tiago 1:26-27
 Como identificar uma pessoa “espiritual”? Se tivéssemos um “religiômetro”, qual seria o índice?

O número de vezes que realiza uma hora silenciosa? A fidelidade no dízimo? A freqüência aos cultos? O corte de cabelo? A “moda” de roupa que usa (ou deixa de usar)?

Infelizmente, nossa definição de espiritualidade muitas vezes reflete somente uma perspectiva externa, e não o coração. Por isso 1 Sm 16:7 nos lembra que “O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração”. Medimos espiritualidade muitas vezes por atos religiosos, ou às vezes pelo conhecimento que alguém possui. Mas a medida de Deus é diferente. Deus não coloca sua fita de medir ao redor da cabeça, mas ao redor do coração.

Parte do problema está com a própria palavra “religião”, que vem do latim “religione” e traz a ideia de “religar-se” a um deus. O problema é que essa é uma tarefa impossível para o homem através do seu próprio esforço.

A verdadeira religião começa com Deus—o esforço dEle! Ele é o Único capaz de esticar os braços o suficiente para nos atrair para si mesmo. O sacrifício de Jesus efetuou uma mudança “religiosa”, ou seja, homem e Deus podem ser reconciliados de novo, pela transformação no coração humano.

Os fariseus eram campeões de Religião. Mas era um Show—o “Show da Religião”. Mas Deus quer algo diferente. Um “Show do Coração”. Um coração verdadeiro, transformado por Jesus.

Essa transformação no coração tem evidências práticas e claras. São evidências que brotam do coração, dificilmente fingidas ou falsificadas. O livro de Tiago, cujo tema é “Provas de uma Fé Verdadeira”, nos oferece três avaliações do nosso coração que se registram no “religiômetro” divino.

Aprendemos em Tiago 1.26,27 que

A fé verdadeira REFLETE SUA RELIGIÃO num coração transformado por Jesus.

Nesses versículos encontramos em miniatura as mensagens principais do livro de Tiago.

I. A Verdadeira Religião PENEIRA AS PALAVRAS (26)

O texto começa jogando dúvida sobre a real existência da fé da pessoa que supõe ser religiosa. O problema é que sua língua o trai! Se suas palavras só destroem, não importa se ela vá à igreja sempre que as portas estejam abertas, se ela leia a Bíblia inteira três vezes por ano ou se contribua generosamente para missões. Sua religião é vazia!

Certa vez alguém disse que a língua é o músculo mais comprido do corpo humano, pois tem sua origem no coração. Jesus disse, “A boca fala do que está cheio o coração” . Tiago faz essa conexão entre a língua e o coração no final do versículo quando diz que essa pessoa está “enganando o próprio coração”.

Tiago expõe o coração humano pelo que é, para que os cristãos deixem Jesus tomar controle de seus corações. É triste imaginar que essa pessoa se engana, pensando que ela é grande coisa no Reino de Deus, pois participa de muitas atividades religiosas. Ela mantém um padrão de espiritualidade estabelecido por homens, mas ignora o padrão divino. Seu coração está longe de Deus!

A palavra “refrear” foi usada para descrever o freio na boca dos cavalos, um pequeno instrumento inserido na parte sensível da boca do cavalo e capaz de direcionar seu corpo inteiro. O cristão que tem Jesus reinando em seu coração usa uma santa peneira para pesar suas palavras ANTES que são faladas. O Espírito Santo segura a peneira, e os furos são finos e feitos pela Palavra de Deus. As palavras pesadas e podres ele joga fora. Somente o que passa pela peneira divina sai dos seus lábios.

Somente o Espírito Santo é capaz de transformar um coração podre num coração limpo. Certamente a nossa conversão a Jesus é um bom começo, pois limpa a fonte das palavras. Mas é preciso nos vigiar diariamente para manter as águas cristalinas (Rm 12.2).

II. A Verdadeira Religião PROTEGE OS MENOS-PRIVILEGIADOS (27a)

O próximo versículo apresenta um contraste. Se religião vazia, inútil e impotente manifesta-se numa língua desenfreada, como seria uma religião pura, sem mácula? (A palavra traz a ideia de não ter nenhuma mancha, ser irrepreensível). Como será uma vida realmente espiritual diante de Deus?

A resposta é inesperada! Tiago não cita uma lista de afazeres religiosos. Não dá pontos pelos anos de freqüência na EBD. Fala do tratamento dado aos órfãos e às viúvas.

Naquela época, ainda pior do que hoje, órfãos e viúvas eram pessoas muito carentes. Numa sociedade agrícola, sem INSS, orfanatos, asilos, ou assistência social, essas pessoas sofriam demais. Quem os ajudava não tinha perspectiva nenhuma de retorno.
Quem “visita” órfãos e viúvas em suas tribulações demonstra “religião” (mudança interior) verdadeira. A palavra “visitar” pode nos enganar... a ideia não é de simplesmente passar na casa de alguém e dar um “alô” ocasional. O termo significa “cuidar, acompanhar, preocupar-se com”. Está no tempo presente, indicando que é uma ATITUDE CONSTANTE!

Logo, Tiago destacará ainda mais esse tema quando condena acepção de pessoas na igreja (2.1-11) e insensibilidade às pessoas com necessidades reais (2.15-17).

Como você encara os menos-privilegiados? É sensível e compassivo? Ou crítico e cético? Evita-os? Ou procura oportunidades, dentro do possível, para mostrar-lhes o amor de Cristo?

Essa idéia de sensibilidade às necessidades daqueles ao nosso redor também reflete um tema de destaque no livro de Provérbios (fonte de muitas idéias em Tiago):

Provérbios 21:13 O que tapa o ouvido ao clamor do pobre também clamará e não será ouvido. 28:27 O que dá ao pobre não terá falta, mas o que dele esconde os seus olhos será cumulado de maldições.

29:7 Informa-se o justo da causa dos pobres, mas o perverso de nada disso quer saber.

14:31 O que oprime ao pobre insulta aquele que o criou, mas a este honra o que se compadece do necessitado.

19:17 Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício.

31:8,9 Abre a tua boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham desamparados.

Abre a tua boca, julga retamente, e faze justiça aos pobres e aos necessitados.

À luz do que Tiago (e Jesus) ensinam a respeito dos menos-privilegiados, a nossa primeira resposta não deve ser sair correndo para dar uma esmola. Primeiro Jesus quer transformar nosso coração. Precisamos clamar a Ele para nos dar um coração compassivo e sensível.

Fico triste quando ouço como alguns que se dizem cristãos tratam pessoas mais humildes. O problema é que não encaram as pessoas como Jesus as encarava. Por isso, clamemos a Ele para que sejamos sensíveis, sábios e genuínos na proteção dos menos-privilegiados.

III. PRESERVA A PUREZA (27b)

A terceira evidência de uma fé verdadeira, que registra no “religiômetro divino”, é uma vida pura. É interessante que Tiago não diz, “Adquira pureza” ou “vença espiritualidade pela luta”.
Fala “guardar-se” incontaminado do mundo. O verbo é presente, e traz a ideia de uma vigia constante, uma preservação e proteção de uma posição já adquirida.

Mais uma vez, notamos que Tiago vai voltar para essa ideia mais tarde no capítulo quatro, quando trata da questão dos desejos mundanos que habitam em nossos corações (4.1-4).

Aqui, Tiago soa como o Apóstolo Paulo, que sempre nos chama para uma vida DIGNA da alta posição nos concedida em Cristo Jesus! Na conversão obtemos essa posição, de sermos vestidos com a justiça de Cristo (2 Co 5:21). Agora, baseado nessa alta posição que temos diante de Deus, pelos méritos de Jesus, devemos andar de modo digno.

Outra vez, estamos falando sobre mais do que mero comportamento. Trata-se de uma questão interna, do coração humano. Guardar-se incontaminado do mundo fala sobre muito mais do que observar listas de atividades que você faz (ou deixa de fazer). Infelizmente, muitas vezes somos mais conhecidos como crentes pelos nossos não-fazeres do que pelos fazeres.

Permitimos que o mundo nos conforme ao seu padrão, ou somos transformados diariamente pela realidade de uma cidadania fora deste mundo? Somos seduzidos pelas atrações temporais dessa vida, ou temos olhos fixados nas celestiais? Paqueiramos o mundo para ver o que ele pode nos oferecer, pensando que podemos brincar com tentação? Adotamos os padrões e a aparência do mundo para sermos aceitos por ele?

Jesus nos chamou para ficarmos NO MUNDO, sem sermos DO MUNDO.

O povo do Êxodo descobriu como isso é difícil uma vez que você é contaminado pelos valores do mundo. Demorou uma noite para tirar Israel do Egito, mas 40 anos para tirar o Egito do coração de Israel.

O profeta Daniel nos deixa um exemplo positivo de como estar no mundo sem ser do mundo. Resolveu não contaminar-se com as finas regalias ilícitas do rei. Guardou-se incontaminado do mundo. E Deus honrou-o.

No “religiômetro divino” há três registros que nos ajudam a medir nosso próprio coração. A fé verdadeira:
1) Peneira as Palavras
2) Protege os menos-Privilegiados
3) Preserva a Pureza
Resumindo, podemos afirmar que
A fé verdadeira REFLETE SUA RELIGIÃO num coração transformado por Jesus.



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O ESPIRITO SANTO


O ESPIRITO SANTO

LEVANDO A SÉRIO OS PECADOS CONTRA O ESPÍRITO SANTO

Texto básico Hebreus 3.7-14
 Uma das mais gloriosas promessas da Bíblia Sagrada é a da vinda do Espírito Santo sobre a Igreja de Cristo. Ele é o Espírito da verdade (Jo 16.13), da alegria, da paz, da justiça (Rm 14.17); é o Consolador, o Paráclito, nosso Amigo e Companheiro de caminhada com Jesus (Jo 14.16).

No momento da nossa conversão, todos recebemos o Espírito Santo, assim o diz Atos 19.2: "e [Paulo aos discípulos de Éfeso] perguntou-lhes: Recebestes vós o Espírito Santo quando crestes?" Nesse instante especial, dons espirituais nos são conferidos porque o Espírito Santo quer produzir o Seu fruto em nossa vida. Então, como se explica que haja crentes cujas vidas não demonstram os abençoados dons espirituais nem a maravilhosa graça do fruto do Espírito?

Diz o Antigo Testamento que dia e noite, contínua e permanentemente, o fogo ardia no altar (cf. Lv 6.8-13). Que símbolo inspirador, claro, bendito de como o Espírito Santo deve agir em nós, permanente e continuamente.

Mas não tem sido assim: o modo como certos crentes (mesmo o crente?!) tratam o Espírito Santo é sinal da presença da "velha criatura". É o caso do filho de Deus que dá lugar à hipocrisia, à fraude, à desonestidade, à falta de controle, à mentira, e daí por diante. E quando ele age desse modo, torna-se uma pedra de tropeço para os outros.

Pois é; o descrente peca resistindo ao Espírito Santo (At 7.51) e contra Ele blasfemando (Mt 12.22-32; Hb 10.29); e o crente em Jesus Cristo peca entristecendo o Espírito ((Ef 4.30) e extinguindo-O ou apagando-O (1Ts 5.19). Aliás são dois versículos extremamente tristes: "E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção", diz o da Carta aos Efésios; "Não extingais o Espírito", adverte Paulo aos tessalonicenses e a nós.

A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO

Este pecado é cometido por descrentes, e é o chamado "imperdoável" (cf. Mt 12.31,32). Há muita idéia equivocada correndo nossos arraiais evangélicos sobre em que consiste este pecado. Uma é que ninguém sabe qual é: portanto, nem precisamos nos preocupar... Há quem pense ser uma imoralidade degradante em que se envolveu, razão porque nunca mais terá perdão; no entanto, 1João 1.9 é revelador e confortador: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda injustiça". Também não é homicídio, nem adultério, nem tóxicos, nem o divórcio.

A blasfêmia contra o Espírito Santo consiste na rejeição na graça divina. Ou como os teólogos da Igreja Antiga diziam: "rejeição do evangelho" (Irineu), "dureza do coração humano rejeitando a obra de Jesus Cristo" (Agostinho). Pelo texto de Mateus 12 é a rejeição da obra, da divindade, do ministério salvador de Jesus Cristo, o Filho de Deus.

A negação da verdade do perdão trazido pelo sacrifício de Jesus, e a conseqüente remissão de pecados, é não permitir que sejam anulados os pecados. É a rejeição da obra do Espírito de Deus em levar o arrependimento e ao perdão. Foi o caso de Judas Iscariotes: acompanhou Jesus de perto; participou do Seu ministério, até; ajudou nos milagres; conhecia os lugares de oração, mas não conhecia Jesus como Salvador.

Por esse motivo, a blasfêmia contra o Espírito Santo dá como resultado a condenação eterna. Ora, o perdão em Cristo é o elo de restauração entre Deus e o ser humano. Se não há perdão, não há redenção, comunhão nem compartilhar com Deus. Estêvão falou sobre isso: "Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido! Vós sempre resistis ao Espírito Santo, assim vós como vossos pais!" (At 7.51).

É resistência ao Espírito; é tornar o coração como pedra, insensível aos apelos do Espírito. Assim sendo, não pode haver perdão.

Mas a blasfêmia contra o Espírito Santo é uma atitude que pode ser corrigida, pois Hebreus 3.7,8 o afirmam "Assim, como diz o Espírito Santo: Hoje se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração, como no dia da tentação no deserto, onde vossos pais me tentaram, me provaram, e viram por quarenta anos as minhas obras"(cf. Sl 95.7,8). Esse horrendo pecado deve ser combatido clamando pelo Espírito Santo, arrependendo-se e obedecendo : "Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espirito Santo àqueles que pedirem?" (Lc 11.13).


QUANDO O ESPÍRITO SANTO FICA TRISTE (Ef 4.30)

O apóstolo Paulo estava perfeitamente consciente de que por trás do que pensamos, dizemos e fazemos, há personalidades ativas atuando. São personalidades invisíveis, mas bem presentes. Por essa razão, ele nos alerta a não dar qualquer oportunidade ao Inimigo-de-nossas-almas: "não deis lugar ao diabo" (Ef 4.27), bem como nos instrui a não entristecer o Espírito.

Ora, todo pecado é motivo de tristeza para Deus. Por uma razão simples; simples e triste; triste e de tremendas conseqüências: é que o pecado quebra a nossa comunhão com Ele, e nós fomos chamados a essa comunhão. Paulo com certeza tinha Isaías 63.10a no coração ao escrever esta advertência: "Contudo eles foram rebeldes, e contristaram o seu Espírito Santo".

Não esqueçamos que o Espírito Santo é o elo, o vinculo da vida de comunhão. Não esqueçamos, outrossim, que o Espírito Santo, a Terceira Pessoa da Trindade é, por essência, Santo. E Ele Se entristece com a falta de santidade dos filhos de Deus, naturalmente; Ele Se entristece com a desunião (Ef 2.18; 4.4); Ele Se entristece com tudo o que não combina com a pureza, com a comunhão, com a santidade, com a união, com a Sua própria natureza. Ele é o "Espírito da verdade" (Jo 16.13; 14.17). Logo, Ele Se entristece com a mentira, com a falsidade e a traição.

Ele é o Espírito que nos "sela" para o dia da redenção, ou seja, o Espírito Santo em nós é a garantia, o selo, e a certeza da vida, e a certeza da herança que nos aguarda. Ele está em nossos corações, e é Aquele no qual estamos garantidos para o Dia Final (Ef 1.13,14); é Aquele que nos fez reviver em Cristo (Ef 2.5); é Aquele que nos deu acesso ao Pai por meio de Jesus Cristo (Ef 2.18); é Aquele que nos comunica os dons necessários para o nosso serviço (Ef 4.7,8). Portanto, o que pode prejudicar o seu poder em nós deve terminante, enfática e imediatamente rejeitado.

Enfim, entristecemos o Espírito de Deus cometendo aquilo que não combina com Jesus em pensamento, palavras e ações:

· Quando mentimos, porque, como vimos, Ele é o Espírito da Verdade (Jo 14.7), já o lembramos. Fora, então, a falsidade, a mentira e a deslealdade!
· Quando descremos, porque Ele é o Espírito de Fé (2Co 4.13). Fora a ansiedade, a desconfiança, a dúvida, a preocupação!
· Quando não perdoamos, porque Ele é o Espírito da Graça (Hb 10.29). Abaixo o que é amargo e malicioso, indelicado e demorado para perdoar!
· Quando nos degradamos, porque Ele é o Espírito de Santidade (Rm 1.4). Que desapareça de nossa vida o que é impuro, ultrajante e degradante!

QUANDO O ESPÍRITO SANTO É EXTINTO 

"Não extingais o Espírito" diz o texto de 1Tessalonicenses. Algumas versões da Bíblia "apagar" em lugar de "extinguir". E esse é um pecado só cometido pelo que já confessou sua fé em Jesus Cristo. Essa linguagem ("extinguir", "apagar") retoma a metáfora do Espírito Santo como fogo, ou algo a Ele associado (cf. Mt 3.11; Lc 3.16; At 2.3; Rm 12.11; 2Tm 1.6). Observe-se que Romanos 12.11 e 2Timóteo 1.6 mostram graficamente o abanar de um fogo de carvão até que as chamas sejam formadas.

Voltando à Carta aos Tessalonicenses, havia na igreja de Tessalônica uma tendência de esmorecer, abafar as manifestações espirituais, ou seja, o fogo do Espírito. Provavelmente, era uma reação contra o que pode ter parecido uma ênfase entusiasta ao Espírito. Talvez, mesmo como em Corinto.

Ora, os dons foram dados para o crescimento espiritual do Corpo de Cristo. Se a Igreja for indiferente a eles ou hostil, o exercício deles será frustrado, apagado. Como então, se extingue o Espírito Santo em nossas vidas, como pessoas individuais ou como igreja?
· Sem dúvida, por falta de receptividade à vontade do Espírito.
· Por suspeita, ou falta de consideração dos caminhos do Senhor (que não são os nossos).
· Sempre que dizemos "não" a Deus.

Quer dizer que como a brasa apaga quando retirada da fogueira, as vidas dos crentes rebeldes, fechados à operação de Deus também. Paulo até fez um veemente apelo,
"Rogo-vos, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Rm 12.1,2).

O que apaga o Espírito? Qualquer desafio, qualquer oposição à vontade de Deus. O que O acende? A submissão, a entrega, o quebrantamento, a decisão de cumprir Seu querer. Um fogo natural é apagado quando jogamos areia ou água para sufocá-lo. Pois um pecado intencional apaga, extingue o Espírito Santo. A crítica malvada, a grosseria, o rebaixamento de um trabalho pela palavra de alguém, o desprezo.

Aí, você, minha irmã, meu irmão, peca contra o Espírito Santo. Você entristeceu o Espírito; você apagou o Espírito em sua vida, em seu pensamento, em seu testemunho, em suas ações.

Que fazer agora? Como curar os estragos desse(s) pecado(s) em sua vida espiritual? Lembre-se de que todo e qualquer pecado entristece o Espírito. Recorde-se, porém, de que só Jesus Cristo pode purificar do pecado. João escreveu essa evangélica verdade em sua Primeira Carta 1.9: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça". E Paulo o referenda em Tito 3.5.

A confissão é a única condição para a comunhão (1Jo 1.6,7). Afinal, nós somos "selados" pelo Espírito Santo; somos marcados, separados para Cristo. O que fizermos de errado no corpo ou na mente (na vida cristã não tem pertinência essa separação), o que não for para a glória de Deus é ofensa como Aquele que merece 100% de nós. Não 50%, nem 80%, nem sequer 98%.

Quando o irmão, a irmã se batizou nas águas tinha na mente e no coração que o batismo é símbolo de morte e sepultamento. Morte para o lixo do passado, morte para o pecado, e recomeço de vida em Cristo Jesus. Você tem levado a sério essa morte para o sistema de coisas desse mundo? Você morreu para o que não agrada a Deus? Ou continua a viver a velha vida da velha criatura com os velhos vícios, as velhas atitudes, a vida da criatura que já devia ter morrido há muito tempo? Você pode dizer: " Vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim"?

Quando levamos os pecados contra o Espírito Santo a sério, queremos fazer tudo o que é agradável a Jesus Cristo, Senhor de nossas vidas. Temos uma visão da coisa hedionda que é o pecado, o pecado escondido, o pecado secreto, o pecado acariciado tantas vezes.

A Bíblia conta que entre os querubins da tampa da Arca da Aliança (aron haberith) brilhava a Shekinah (Ex 25.21,22; 29.43; 30.6; Lv 16.2). A Shekinah, a gloriosa presença de Deus brilhava na antiga dispensação entre os querubins do propiciatória (kapporeth). Hoje, na nova dispensação, chameja nas frontes dos crentes em Jesus Cristo, lavados por Seu sangue, batizados no Seu Espírito, purificados para servi-Lo.





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A MALDIÇÃO DO HALLOWEEN


A MALDIÇÃO DO HALLOWEEN

 A partir do que aconteceu no jardim do Éden, o homem passou a gostar das coisas impuras. Existe em cada ser humano uma tendência para o mal, para o que é maligno, diabólico. Na sua condição natural, não recriado, não regenerado, estando em abismo, procura outros abismos. 

Assemelha-se a esses exploradores de cavernas: quanto mais se infiltram por buracos negros, mais vontade têm de continuar descobrindo coisas novas, emocionantes e sensacionais. Para esses exploradores, não importa se a caverna ou os abismos possuem dragões, vampiros, aranhas gigantescas ou fantasmas. Como na corrida do Trem Fantasma, não importa se no caminho surjam caveiras, mortalhas, gorilas ou demônios; importa a emoção, o prazer, o delírio, o devaneio, a surpresa.

UM POÇO SEM FIM

A humanidade pecadora deleita-se com o imundo. Os apetites bestiais são mesmo insaciáveis. Vejam as festividades carnavalescas: três dias anuais não mais atendiam aos desejos da carne. Em razão dessa necessidade premente, criou-se em várias cidades, com o pronto consentimento dos governantes, o carnaval fora de época: "O inferno e a perdição nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem" (Provérbios 27.20). "Um abismo chama outro abismo" (Salmos 42.7). Ora, se o povo clama por um bezerro de ouro, façamos a vontade do povo. Os abismos se sucedem. Dentro da caverna tenebrosa do mundo pecador há avenidas com vitrinas especialmente preparadas pelo Diabo para exposição de seus produtos. Há mercadoria para todos os gostos: para rico, pobre, preto, branco, analfabeto ou erudito. Em determinado local, uma vasta exposição dos produtos do movimento Nova Era, onde o curioso descobrirá que "o homem é Deus". Sendo Deus, ele seguirá até mais fortalecido para continuar descendo. Noutra ala, encontrará a vitrina da consulta aos mortos. O explorador poderá conversar com um parente que esteja no além, ou, se desejar emoções fortes, optará por oferecer seu corpo para ser visitado por um espírito qualquer. Nesse stand, instalados sob pirâmides purificadoras, enfileiram-se os adivinhadores com seus apetrechos: búzios, baralho cigano, bola de cristal, tarô, mapa astral, tudo destinado a predizer o futuro e indicar novos caminhos. Numa determinada sala o explorador poderá praticar meditação transcendental; ficará com sua mente passiva por algumas horas, em estado alfa, recebendo as "boas" mensagens do além. Esta ala é mais visitada pelos eruditos. Para os menos exigentes, ou de percepção menos aguda, os terreiros oferecem feitiçarias de vários tipos. Caboclos, guias e orixás fazem a festa dos visitantes.

O PERIGO DAS TREVAS

Em busca de novos abismos, os homens resolveram prestar uma homenagem a um deus chamado Diabo. Então, pensaram em fazer uma festa num determinado dia do ano. Uma festa que em tudo se identificasse com o homenageado: a indumentária, o ambiente, os participantes, as alegorias. Daí surgiu o Dia das Bruxas, versão brasileira do Halloween, comemorado no dia 31 de outubro. Os participantes vestem-se a caráter, isto é, com as cores da igreja do Diabo: preto e vermelho; a maioria usa só a cor preta, caracterizando a situação de trevas sobre trevas. As máscaras são as mais imaginativas: Diabo, vampiro, bruxa, morcego, morte, caveira, monstros, fantasmas, tudo que tenha identidade com o maligno. O Diabo certamente teria muita alegria em falar assim a essas bruxas: "Quanto à indumentária está tudo bem. Vocês sabem que as cores da minha preferência são preto e vermelho. Minha maior alegria é ver homens, mulheres e crianças, de todas as idades, línguas e nações, empunhando as cores da bandeira do meu reino. Um detalhe: as máscaras usadas por vocês ou as pinturas e fantasias, em nada se assemelham ao original. Eu não sou tão bonito como se pinta por aí". É evidente que há imperfeições, porque ninguém é perfeito. Mas os promotores desses eventos se esforçam para que a decoração em tudo dê a impressão de que o reino das trevas está ali naquele local, naquele ambiente festivo. E está. O Diabo está ali, de corpo presente ou representado. Creio que a maioria dos participantes do Dia das Bruxas desconhece o grau de contaminação maligna a que ficam expostos. Certamente acredita tratar-se de mais uma festa, mais uma novidade. As "bruxas" estão ali para se divertirem e, com esse intuito, sujeitam-se às regras do jogo. Desconhecem as origens satânicas do Halloween; não sabem que nessa data os satanistas honram a Satanás com sacrifícios humanos; não sabem que essa prática iniciou-se há muitos séculos entre os druidas - sacerdotes dos Celtas - que vestiam suas fantasias, esculpiam em nabos ocos caricaturas de demônios, e saíam pelas ruas amaldiçoando as pessoas que lhe negavam alimentos. Em determinado site sobre satanismo li que o dia 31 de outubro é a festa da luxúria [sensualidade, lascívia] e da indulgência [tolerância]. Que tipo de indulgência podemos esperar de Satanás? A verdade é que grande é o perigo para quem participa do Dia das Bruxas, dada a grande a probabilidade de contaminação. O Diabo, num sinal de agradecimento pela homenagem, não hesitará em designar um de seus anjos para acompanhar a "bruxa" pelo resto da vida. Algum mal nisso? Muitos males. Jesus afirmou que "o ladrão [o diabo] só vem para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância" (João 10.10). O Diabo entra na vida dos homens para roubar a paz, roubar a saúde, roubar os recursos financeiros; para causar a morte espiritual, e, não raro, a morte física; para destruir a família, o lar, a comunhão com Deus. Daí as insônias, os medos, as superstições, as doenças inexplicáveis, os tremores, os vícios, a possessão. Convém sabermos que bruxa ou bruxo é aquela ou aquele que faz bruxaria, e bruxaria é sinônimo de feitiçaria, magia negra, curandeirismo, ocultismo, adivinhação, astrologia, e demais atividades ligadas ao poder das trevas. Há

A LUZ QUE LIBERTA

"A condenação é esta: A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz porque as suas obras eram más" (João 3.19). Só existe um nome, uma Pessoa, que pode libertar o homem contaminado por demônios: é o Senhor Jesus. Ele mesmo afirmou isso: "Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8.36). A Bíblia nos ensina que devemos pensar e fazer somente o que é verdadeiro, amável, justo e puro, e que "todo o nosso espírito, alma e corpo devem ser conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Salvador Jesus Cristo" (1 Tessalonicenses 5.23). Uma pessoa que se fantasia de bruxa, coloca máscaras com motivos demoníacos e passa horas a fio num ambiente de trevas, estaria conservando seu corpo alma e espírito irrepreensíveis? Não, pelo contrário, estaria invocando o poder das trevas; desejando maior aproximação com os demônios. A Palavra ainda adverte: "Não vos voltareis para médiuns, nem para os feiticeiros [bruxos], a fim de vos contaminardes com eles" (Levíticos 19.31). "Ninguém pode servir a dois senhores. Ou há de odiar a um e amar o outro, ou se devotará a um e desprezará o outro" (Mateus 6.24). Não podemos ser ao mesmo tempo servos das trevas e servos da luz. Ou somos filhos de Deus ou filhos do Diabo. Quem serve ao Diabo com alegorias, fantasias, licores, danças e outras coisas mais, não é servo do Altíssimo. Mas haveria uma saída para quem está contaminado? Jesus responde: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei" (Mateus 11.28). "Eis que estou à porta, e bato; Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo" (Apocalipse 3.20). Quem está enlaçado ao Diabo deve saber que o Senhor Jesus veio "para apregoar liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos" (Lucas 4.18). Porque "em nenhum outro há salvação, pois também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4.12)



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