MISSÕES CRISTÃO

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1. Deus Ama Você !

A BÍBLIA diz, "Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não vá para o inferno, mas tenha a vida eterna".




JOSÉ, "O FIEL"


JOSÉ, "O FIEL"

Bisneto de Abraão, "o amigo de Deus"; neto de Isaque, "o filho da promessa"; filho de Jacó, "o príncipe de Deus, eis José, o "fiel".


Tinha cerca de seis anos na ocasião de sua família sair de Padã-Harã para Siquém onde morou perto de oito anos. Estava aproximadamente com dezesseis anos quando Raquel, sua mãe, faleceu ao dar à luz seu irmão, Benjamim. Sua história é a da evolução de uma família, havendo nesse relato um variado tempero onde ressaltam a ambição, a juventude, a beleza, a tentação, a mentira, o sofrimento, a tristeza, o ciúme, o ódio, o perdão. Todos os elementos de um grande romance.

É deste modo que José passou à história dos judeus como figura ideal representando a fidelidade, a obediência e o amor que perdoa. Caráter de muitas virtudes, portanto, e exemplo recomendável, "uma carreira recomendável" disse H. I. Hester. Era generoso, tinha ideais elevados, vida limpa, 
altruismo e espírito de perdão.

POÇO (Gn 37.12-28)


Dos doze filhos de José, era o favorito,1 e esta é, ao lado de todas as já mencionadas qualidades naturais e por adquirir, a aventura de um adolescente mimado, filho de fazendeiro, rico, vendido como escravo pela inveja dos irmãos, e que, por fim, se sai muito bem como administrador público. Tinha seus dezessete anos2 não era perfeito, pelo contrário, apresentava um toque de ingenuidade e outro de orgulho (talvez por ser dos filhos de Jacó, o único que não era das escravas, ou de Léia, a esposa em segundo plano). O fato é que, predileto do pai, ficava muitas vezes em casa enquanto os outros irmãos se esgotavam de trabalho no campo.

Algumas situações minaram a amizade e boa vontade entre os filhos de Jacó. Uma foi o péssimo hábito de José de ser o "leva-e-traz"da família.3 A túnica de várias cores, de mangas longas e que ia até os calcanhares dada por Jacó a José4 é roupa de nobre, de chefe tribal, e dá-la ao filho de Raquel foi evidente sinal de parcialidade.5 Jacó, aliás, era mestre na parcialidade: "amou a Raquel muito mais do que a Léia",6 assim, amava o filho mais velho de Raquel mais que os outros. Na casa de seu pai, o favoritismo causara problemas: Esaú era favorito de Isaque; Jacó o era de Rebeca. Por outro lado, essa roupa não era adequada para trabalhar no campo mas nas lides de casa. A terceira situação foram os sonhos que José tivera, e contara aos irmãos e ao pai.7 É; José não sabia mentir, e por essa razão, por sua ingenuidade e imprudência, perdera a amizade dos irmãos.8

Contar um sonho não era só um passatempo entre os antigos orientais. A realidade é que quem o fazia era apresentado como privilegiado, conhecedor do futuro, um mestre autorizado. A reação dos irmãos, portanto, foi pertinentíssima para o povo que naquele tempo era tão afetado pelos sonhos. Hoje, o psicanalista lê o passado nos sonhos; na época dos patriarcas, lia-se o futuro. José foi até apelidado de "o Sonhador"(em hebraico se diz "o Mestre dos Sonhos", "o Senhor dos Sonhos").

Indo procurar os irmãos no campo (estavam em Dotã, 140 km de Hebron), repetem-se as linhas da história de Caim e Abel. Por intervenção de Rúben, a vida de Jacó foi poupada, mas, colocado num poço, terminou por ser vendido a uma caravana de ismaelitas (ou midianitas) que se dirigia ao Egito. Jacó foi vendido por 20 siclos de prata, o preço normal de venda de um escravo.9


POTIFAR (Gn 39.1-19)

Comprado por um militar, comandante do destacamento da guarda real chamado Potifar [em egípcio Pet-Pa-Ra = "dedicado a Ra (o deus Sol)]", vai para sua casa. Rica mansão, muitos criados, e por conta de seu trabalho, chega à função de mordomo. É homem de confiança: a casa do capitão Potifar está em excelente mãos! José não precisava de mais nada. É observador, meticuloso, cuidadoso; aprende a língua e os costumes do Egito. Onde punha a mão, crescia.10

No entanto, como "não há paraíso sem serpente", com a entrada da mulher de seu senhor em cena, a atmosfera muda. É uma mulher sedutora, insinuante, cheia de paixão. Mas não deixou nome na história; é conhecida apenas como "a mulher de Potifar". Não sabemos seu nome, aparência ou idade: surge anonimamente, e some anonimamente; não sabemos se tinha filhos, mas tenta seduzir o jovem José. Falha porque José a enfrenta com a mente, consciência e vontade. Vinga-se. Desaparece. Bem que Provérbios fala disso em 5.3-6, 8.20. Sem culpa, José é levado outra vez ao pó.

PRISÃO (Gn 39.20 - 41.36)

Não parece ser uma historia de muito futuro. Afinal, fora vendido, caluniado e, agora, encarcerado.

As prisões no Egito tinham três funções: eram cárceres (como hoje), reservas de trabalhos forçados (fornecendo mão-de-obra gratuita para as construções) e casa de detenção onde aqueles em prisão preventiva esperavam o julgamento, que era o caso de José. Pois, se Abraão teve Moriá como ponto marcante de crescimento e amadurecimento, se Jacó teve Peniel, José tem a prisão do Egito. Ali passou três longos anos, pois precisava amadurecer para funções mais elevadas. Estudou o caráter dos criminosos, dos prisioneiros de guerra de diferentes partes do mundo; conheceu funções da corte. Que extraordinária escola de administração!

Deus continua a abençoá-lo: 

"O Senhor, porém, era com José, estendendo sobre ele a sua benignidade e dando-lhe graça aos olhos do carcereiro,"11

e ele recomeça sua lenta ascensão. Tornou-se imediato do comandante da prisão. É posição de liderança e responsabilidade:

"E o carcereiro não tinha cuidado de coisa alguma que estava na mão de José, porquanto o Senhor era com ele, fazendo prosperar tudo quanto ele empreendia".12

Nesse tempo, o copeiro-mor e o padeiro-mor do palácio são enviados para a prisão. Têm cargo de importância na corte, mas corrupção no governo já existia, e os dois são confiados a José. Sonham... O sonho do copeiro-mor está registrado em Gênesis 40.9-11, o do padeiro-mor em 40.16,17. José os interpreta (tudo creditando a Deus13), e os sonhos efetivamente se cumprem.

PODER (Gn 41.37 - 50.26)

Dois anos se passam, e agora o próprio rei tem um sonho.14 Mas os adivinhadores, os sábios, os mestres não sabem interpretá-lo (serão sacerdotes do deus Ra?15). O copeiro-mor lembra-se de José, que foi mandado buscar. O moço é preparado para ser apresentado ao Faraó: traja-se à moda egípcia, tira a barba (judeus a usavam), veste roupa limpa, e vai ao palácio.

Interpreta o sonho,16 e recomenda ao rei que indique alguém para gerenciar a armazenagem de comida para os sete anos de fracas colheitas, fomes e recessão. O governante fica tão impressionado que o próprio José é nomeado para a função.


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Eu Sou Cristão!



Eu Sou Cristão!

Infelizmente quando iniciamos uma conversa sobre política, logo nos perguntam: Você é de direita ou de esquerda? Então, a partir da nossa resposta já é posto sobre nós um rótulo de comunista, centrista, de direita e assim por diante.

Pois bem, não obstante estas marcas ideológicas que são postas sobre nós, eu quero refletir acerca da forma última de pensar no tocante às possibilidades de se governar política e economicamente.

Sendo um cristão confesso eu não posso deixar de exaltar a originalidade e a “antecipação” do cristianismo (apesar do desenvolvimento que Platão, Aristóteles e outros deram a temática) no que diz respeito à forma de governar. É por isso que eu me policio para afirmar que a minha ideologia político-econômica é oriunda dos princípios cristãos e não de alguma perspectiva centrista, esquerdista..., pois eu julgo estas formas de conceber o “fazer político-econômico” simplesmente como tentativas “inconscientes” de se chegar próximo ao que Deus legara para o homem, porquanto Ele mesmo implantou no coração de suas criaturas a Sua Lei. Então, não me perguntem se sou PSDbista ou Petista; eu sou cristão! Não obstante, não definam cristão como uma forma Norte Americana de ver o mundo (não que eu deixe de ter admiração pelos Estados Unidos), e sim, como um modo de se viver baseado na Palavra de Deus. Então, posto tudo isto, vamos falar sobre a ideologia político-econômica do cristianismo!


Bem, tendo por base o Antigo Testamento e Jesus Cristo, o Cristianismo sustenta a sua ideologia de governo em princípios de solidariedade e fraternidade. Assim, para o cristianismo: o pobre, a viúva, os órfãos e os marginalizados são objetos do socorro e da ajuda da sociedade (entenda-se sociedade como sendo constituída por: Povo, Igreja e Governo). Portanto, não pode haver pessoas que passem necessidades. Este é um princípio básico do cristianismo.

Não obstante, não podemos confundir o cristianismo (aqui eu peço licença aos da Teologia da Libertação para discordar deles) com as propostas do comunismo, pois eles afirmam que aquele é o retrato exato do que Marx quis ensinar. Como eu já disse, não podemos confundir as propostas do cristianismo com tentativas humanas de solucionar os problemas do homem.

O cristianismo ainda tem por base a responsabilidade humana para o seu próprio desenvolvimento sócio-econômico. Podemos ver em textos bíblicos Deus afirmando que o preguiçoso comerá o pão da miséria.

Sendo, então, responsabilidade do homem contribuir para o seu sustendo, podemos concluir que Deus não se opõe a propriedade privada; ao contrário, a riqueza, enquanto produto da honestidade, e como meio de se ajudar o próximo nunca foi hostilizada pelo cristianismo. Por conseguinte, o cristianismo rechaça a atitude daqueles que querem viver tão somente às custas do governo sem, tão pouco, colocarem a “mão na massa”.

O Estado (leia-se Governo) tem uma posição de facilitador e de pacificador, podendo, sempre que for preciso, usar da “força” para manter a paz e a justiça na sociedade. Conseqüentemente, o governo nada mais é que uma instituição que vive em favor do todo e não simplesmente dos pobres.

Com efeito, o governo (ou governos) devem prover condições mínimas para o bom andamento das questões da sociedade. Ele não pode querer assumir o papel de absoluto ou de Deus, pois isto seria o primeiro passo para o totalitarismo.

Assim, podemos dizer que existem partidos políticos e propostas de governo que se assemelham com a cosmovisão cristã, podendo, então, nos achegar a um destes partidos e tentar construir uma nação justa e igualitária; mas, o que temos de lembrar é que o cristianismo está acima de qualquer ideologia humana porquanto ele (o cristianismo) foi concebido pelo próprio Deus sendo, portanto, imune a qualquer falha.

Encerrando, eu quero deixar expresso que sou a favor de uma parceira madura e prudente entre Estado e Igreja. Não para que um imponha ao outro o que cada um deve fazer no que tange as suas atividades particulares e, sim, para que os dois pensem e executem juntos uma proposta político-econômica viável para a sociedade. O cristianismo nunca fez uma dicotomia entre o poder político e o espiritual, tudo é governado por Deus. Ele está acima de todo e qualquer poder. Então, afirmo abertamente: Eu sou cristão!



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O camelo no fundo duma agulha


O camelo no fundo duma agulha

Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus. Lucas 18:25


Qual o real sentido para a parábola de Jesus sobre o fundo duma agulha ?

As possibilidades principais são duas: a primeira é que Jesus esteja se referindo a uma pequena porta que ficava ao lado da porta principal da cidade de Jerusalém (que ficava fechada em determinados momentos). Isso faria com que um camelo só conseguisse entrar na cidade (nos momentos em que a porta principal estivesse fechada) pela porta pequena chamada de fundo de agulha, mas, mesmo assim, só conseguiria passar descarregado, ajoelhado e empurrado, já que o camelo era o maior animal daquela região da palestina. Se considerarmos esse significado podemos entender que Jesus estava demonstrando que um rico teria dificuldades para ser salvo, mas que havia a possibilidade caso ele se desvencilhasse da proteção das riquezas e se humilhasse diante de Deus assim como o camelo se ajoelhava para poder gozar da proteção da cidade trancada, passando pelo fundo da agulha. Essa é uma interpretação possível, porém, pouco se sabe se realmente existia essa pequena porta na cidade de Jerusalém


Isso também nos lembra a alegoria de Jesus sobre os dois caminhos, o caminho largo e o caminho estreito que também foram usados por ele em seus ensinamentos para implementar um ensinamento acerca do reino de Deus.

Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. Mateus 7:13,14

Enquanto a porta larga e espaçosa representa o modo de vida das pessoas em andar de qualquer maneira, vivendo igualado ao mundo, sem uma obediência e sem qualquer ligação aos ensinamentos bíblicos, já a porta estreita nos mostra a dificuldade das pessoas em submeter aos ensinamentos bíblicos e de viver uma vida de obediência a Deus, vivendo diferente do que o mundo ensina. Claramente nisso Jesus diferenciou os dois caminhos de conduta de vida das pessoas, tanto a porta estreita como a porta larga, a diferença é que mais pessoas entram na porta larga do que pela porta estreita, mas está claro que enquanto a porta larga conduz a perdição, a porta estreita conduz a vida eterna. 


Observe também nas fotos que em Jerusalém, existe diversos buracos que podem representar um fundo duma agulha referida por Jesus no evangelho de Lucas.

    

A segunda interpretação aponta que o fundo de uma agulha seja realmente a agulha usada pela costureira. Nesse caso Jesus estaria comparando o camelo com a linha que era passada com dificuldade pela agulha, e mais ainda, estaria dizendo que uma linha com o tamanho de um camelo nunca conseguiria passar por aquele buraco. Essa interpretação, porém, não parece totalmente harmônica com a lição de Jesus, pois o camelo passar pelo buraco de uma agulha representa uma impossibilidade total, já a entrada de um rico (que vê as riquezas com equilíbrio) no reino de Deus não é algo impossível, pois conhecemos na narrativa bíblica muitos ricos que se entregaram a Jesus.

Sendo assim, concluímos que a primeira interpretação parece estar em maior harmonia com o texto e com a lição de Jesus Cristo. No entanto, mesmo a segunda interpretação pode também nos fornecer os elementos principais que Jesus podia estar querendo destacar em sua lição, que é a impossibilidade de um rico que está totalmente preso no amor aos seus bens entrar no reino de Deus.


( LIVRO DIGITAIS )


Significados bíblicos sobre palavras hebraicas


Significados bíblicos sobre palavras hebraicas


Eu como um cristão, já passei por constrangimentos de pessoas que não conhecem de fato, os significados bíblicos de aleluia ou glória a Deus, nisso pessoas por gozação ou zombaria já uma vez me disse: aleluia irmão ! sem saber o que ele realmente estava falando, mas enfim é bom sabermos esses significados para que se termos oportunidades podemos até mesmo dar uma aula de lição para os desprevenidos de conhecimento bíblico.  

As Três Palavras em questão, são expressões bastantes usadas nos cultos evangélicos em reverencia e honra a Deus, mas cada uma delas possui um significado diferente, saiba o que significa cada Palavra.

Aleluia: É uma palavra Hebraica, que lendo-a da direita para a esquerda como se faz no hebraico a primeira parte da palavra hallelu significa Louvem, Adorem ou Elogio, já a segunda palavra Yah é uma abreviação do nome de Deus, Javé. Sendo assim aleluia signifiva Louvem Deus Javé ou Adorem Deus Javé, ou Elogio Deus Javé.

Gloria a Deus: Dar glória a Deus é um modo de oração, de ação de graças por aquilo que Deus é e faz continuamente. Ou seja, Glória a Deus significa honra, fama adquirida por obras, virtudes, é o mais alto grau de dignidade que só Deus é merecedor de ter.

Paz do Senhor: Quando cumprimentamos uma outra pessoa com a Paz do Senhor, não estamos simplesmente cumprimentando, mas, desejando que a paz esteja com tal pessoa, pois Jesus disse: Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. Jo 14.27

Amém: é a palavra hebraica que indica uma afirmação ou adesão às vezes matizada de desejo, e pela qual terminam muitas Orações no Cristianismo, no Islamismo e no Judaísmo. No português a palavra AMÉM significa: Assim Seja.

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Cristãos mortos durante a santa inquisição


Cristãos mortos durante a santa inquisição


Resumo sobre a Historia:


Os cristãos da santa inquisição foram mortos pelo regime na época segundo o clero romano papal, por causa da verdade da palavra de Deus, porque não quiseram se submeter as suas vidas a vontade da religião imposta pelo papal, pois a ordem do clero papal era que somente eles podiam ler a bíblia para ensinar aos homens, somente eles poderiam ministrar os ensinamentos bíblicos para as pessoas, mas esse regime não tinha base bíblica para estar correto, pois a própria palavra de Deus foi dado como autoridade espiritual a todos os homens e não a um simples sistema privado de pessoas, o próprio Jesus fundador do cristianismo fala nas escrituras que todo o ser humano deve examinar as escrituras sagradas pois eles falam de mim (Jesus) e ela vos ensina sobre a vida eterna, (João: Cap. 5:39) portanto todos os cristãos vitimas desses massacres da inquisição papal acabaram por dar a suas vidas simplesmente pelo fato de testemunhar a própria escritura sagrada,  o desejo de domínio papal sobre as pessoas de dominar-las não tinha como duração por muito tempo devido a sua errada forma de se lidar com as pessoas, portanto a palavra de Deus é para todos os homens livremente e não a um regime privado de pessoas, Os Cristãos foram mortos por traduzir a linguagem do Latim e Grego, Lutero traduziu para a língua alemã ele escapou do martírio morrendo de morte natural velhice, e para a língua do Inglês foi William Tyndale que ao ser queimado numa fogueira exclamou: "Senhor, abre os olhos do Rei da Inglaterra! o desejo desses mártires cristãos se realizou com verdade na libertação desse regime papal pelo rei da Inglaterra que mais tarde decretou que todo homem teria o direito de ler a bíblia livremente e o direito da liberdade cristã dessa forma esse regime escravidão papal acabou de ser enterrado.

Será que Deus está no controle de tudo ?


Será que Deus está no controle de tudo ?

Nunca compreenderemos adequadamente o Novo Testamento A não ser que reconheçamos o fato subjacente nele  de quê Satanás é o deus deste mundo. ele é o maligno, e o seu poder controla o presente século mau. Lucas 13 :16 2 Coríntios 4.4 latas 1.4 Efésios 6.12

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